Como realizar este exercício:
Para as perguntas sobre você:
Silencie a mente. Responda com honestidade brutal. Sinta onde a resposta dói ou onde ela traz alívio. Se você não conheceu seu pai ou não convive com ele, foque inteiramente nessas questões internas. O trabalho é com a força paterna que habita em você.
Para as perguntas para ele:
Se você tem a oportunidade de conversar com seu pai, faça-o de um lugar de curiosidade, não de cobrança. Não espere que ele mude ou que peça perdão. Apenas acolha a história dele como um homem comum. Se ele já partiu, responda o que você imagina ou sinta, ou use as perguntas para escrever uma carta que não precisa ser enviada.
O foco é um só: sair da postura de criança que exige e assumir a postura de adulta(o) que toma a vida como ela é.
10 Perguntas para você se fazer
Quando imagino meu pai, sinto que ele é o meu porto seguro ou um peso que preciso carregar?
Eu me sinto no direito de ganhar mais dinheiro e ter mais sucesso do que ele teve?
Qual crítica que faço a ele é, na verdade, uma postura que repito nos meus negócios?
Eu me cobro um perfeccionismo exaustivo para tentar provar o meu valor para ele?
Onde no meu corpo sinto o medo da escassez que veio das histórias dele? Sinta!
Eu olho para o meu pai com o respeito de uma filha(o) ou com a arrogância de quem acha que faria melhor?
Em quais momentos dos meus relacionamentos eu exijo do meu parceiro(a) a proteção que não recebi do meu pai?
Se meu pai fosse uma porta para a vida e para o mundo, ela estaria aberta, encostada ou trancada?
Eu aceito a força masculina que vem dele, ou recuo por medo de me machucar?
O que acontece no meu peito se eu olhar para ele e disser: "Pai, eu honro a sua história e sigo em frente"?
QUER CONSTELAR AGORA? No conforto da sua casa? Clique aqui.
10 Perguntas para fazer ao seu pai
Pai, qual era o seu maior sonho de juventude antes das responsabilidades chegarem?
O que você sentiu no momento em que soube que eu ia nascer?
Qual é a lembrança mais forte que você guarda do seu próprio pai?
Qual foi o momento em que você mais se sentiu sozinho na vida?
Do que você precisou abrir mão para conseguir sustentar nossa família?
Como foi para você o período em que começou a trabalhar e ganhar seu próprio dinheiro?
Existe algum projeto ou desejo que você não realizou e ainda pensa nisso?
Qual foi a maior lição que a vida te ensinou sobre vencer as dificuldades?
Como era a sua relação com a sua mãe/pai quando você tinha a minha idade?
Se você pudesse me deixar apenas uma regra sobre a vida e a coragem, qual seria?
O próximo passo: Do sentir para o movimento
O problema nunca é só o problema. Se ao ler essas perguntas você sentiu um peso, uma trava ou percebeu que sua vida profissional não decola porque você ainda está emaranhada(o) na sua história familiar, entenda: resultado é consequência de ordem.
Sentir é o início, mas a constelação é o movimento que gera a mudança real no campo.
Se você quer destravar o seu lugar no mundo e parar de carregar o que não é seu, eu te convido para um movimento sistêmico.