A Força para o Mundo Tem a Face do Pai: 20 Perguntas de Ordem e Conexão

Se você chegou até aqui, o seu sistema já começou a se movimentar. O exercício com o boneco não foi por acaso, ele serviu para mostrar como o seu corpo reage à sua origem. Agora, o próximo passo é descer um nível. Abaixo, preparei 20 perguntas fundamentais. O objetivo aqui não é racionalizar, buscar culpados ou gerar novos conflitos, ou só perdoar por perdoar. O objetivo é conexão e inclusão. E nem sempre isso significa se relacionar, mas sim, dar um lugar no coração.

A Força para o Mundo Tem a Face do Pai: 20 Perguntas de Ordem e Conexão

Como realizar este exercício:

Para as perguntas sobre você:

Silencie a mente. Responda com honestidade brutal. Sinta onde a resposta dói ou onde ela traz alívio. Se você não conheceu seu pai ou não convive com ele, foque inteiramente nessas questões internas. O trabalho é com a força paterna que habita em você.

Para as perguntas para ele:

Se você tem a oportunidade de conversar com seu pai, faça-o de um lugar de curiosidade, não de cobrança. Não espere que ele mude ou que peça perdão. Apenas acolha a história dele como um homem comum. Se ele já partiu, responda o que você imagina ou sinta, ou use as perguntas para escrever uma carta que não precisa ser enviada.

O foco é um só: sair da postura de criança que exige e assumir a postura de adulta(o) que toma a vida como ela é.

10 Perguntas para você se fazer

  1. Quando imagino meu pai, sinto que ele é o meu porto seguro ou um peso que preciso carregar?

  2. Eu me sinto no direito de ganhar mais dinheiro e ter mais sucesso do que ele teve?

  3. Qual crítica que faço a ele é, na verdade, uma postura que repito nos meus negócios?

  4. Eu me cobro um perfeccionismo exaustivo para tentar provar o meu valor para ele?

  5. Onde no meu corpo sinto o medo da escassez que veio das histórias dele? Sinta!

  6. Eu olho para o meu pai com o respeito de uma filha(o) ou com a arrogância de quem acha que faria melhor?

  7. Em quais momentos dos meus relacionamentos eu exijo do meu parceiro(a) a proteção que não recebi do meu pai?

  8. Se meu pai fosse uma porta para a vida e para o mundo, ela estaria aberta, encostada ou trancada?

  9. Eu aceito a força masculina que vem dele, ou recuo por medo de me machucar?

  10. O que acontece no meu peito se eu olhar para ele e disser: "Pai, eu honro a sua história e sigo em frente"?

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10 Perguntas para fazer ao seu pai

  1. Pai, qual era o seu maior sonho de juventude antes das responsabilidades chegarem?

  2. O que você sentiu no momento em que soube que eu ia nascer?

  3. Qual é a lembrança mais forte que você guarda do seu próprio pai?

  4. Qual foi o momento em que você mais se sentiu sozinho na vida?

  5. Do que você precisou abrir mão para conseguir sustentar nossa família?

  6. Como foi para você o período em que começou a trabalhar e ganhar seu próprio dinheiro?

  7. Existe algum projeto ou desejo que você não realizou e ainda pensa nisso?

  8. Qual foi a maior lição que a vida te ensinou sobre vencer as dificuldades?

  9. Como era a sua relação com a sua mãe/pai quando você tinha a minha idade?

  10. Se você pudesse me deixar apenas uma regra sobre a vida e a coragem, qual seria?

O próximo passo: Do sentir para o movimento

O problema nunca é só o problema. Se ao ler essas perguntas você sentiu um peso, uma trava ou percebeu que sua vida profissional não decola porque você ainda está emaranhada(o) na sua história familiar, entenda: resultado é consequência de ordem.

Sentir é o início, mas a constelação é o movimento que gera a mudança real no campo.

Se você quer destravar o seu lugar no mundo e parar de carregar o que não é seu, eu te convido para um movimento sistêmico.

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