Como realizar este exercício:
Para as perguntas sobre você: Silencie a mente. Responda com honestidade brutal. Sinta onde a resposta dói ou onde ela traz alívio. Se você não conheceu sua mãe ou não convive com ela, foque inteiramente nessas questões internas. O trabalho é com a mãe que habita em você.
Para as perguntas para ela: Se você tem a oportunidade de conversar com sua mãe, faça-o de um lugar de curiosidade, não de cobrança. Não espere que ela mude ou que peça perdão. Apenas acolha a história dela como uma mulher comum. Se ela já partiu, responda o que você imagina ou sinta, ou use as perguntas para escrever uma carta que não precisa ser enviada.
O foco é um só: sair da postura de criança que exige e assumir a postura de adulto que toma a vida como ela é.
10 Perguntas para você se fazer
Eu me sinto maior ou menor que minha mãe?
O que eu tento "consertar" na vida dela para que eu possa me sentir em paz?
Eu busco na minha mãe algo que ela simplesmente não pode me dar?
Em quais momentos eu ajo como se fosse a mãe da minha própria mãe?
Qual característica que eu mais critico nela é exatamente o que eu repito em mim?
Eu aceito o meu corpo como ele é, sabendo que ele é a prova viva de que ela é 50% de mim?
Se minha mãe fosse uma porta, ela estaria aberta, encostada ou trancada para mim hoje?
O quanto do meu esforço e cansaço no trabalho é para provar para ela que eu sou capaz?
Eu me dou permissão para ser mais feliz e bem-sucedida do que ela foi?
O que acontece no meu peito se eu apenas disser: "Sim, mãe, foi como foi"?
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10 Perguntas para fazer à sua mãe
Mãe, qual era o seu maior sonho antes de eu nascer?
O que você sentiu no momento em que soube que estava grávida de mim?
Qual é a lembrança mais feliz que você guarda da sua própria infância?
Do que você mais sentia falta na relação com os seus pais?
Qual foi o desafio mais difícil que você superou e que eu ainda não conheço?
Existe algo que você gostaria de ter me dito, mas teve medo ou vergonha?
Como foi, de verdade, o seu primeiro ano exercendo a maternidade?
Quem foi a pessoa que mais te apoiou quando você era uma mulher jovem?
O que você gostaria que eu soubesse sobre a história dos nossos antepassados?
Se você pudesse me dar apenas um conselho sobre a vida, qual seria?
O próximo passo: Do sentir para o movimento
O problema nunca é só o problema. Se ao ler essas perguntas você sentiu um peso, uma trava ou percebeu que sua vida profissional não decola porque você ainda está emaranhada na sua história familiar, entenda: resultado é consequência de ordem.
Sentir é o início, mas a constelação é o movimento que gera a mudança real no campo.
Se você quer destravar o seu lugar no mundo e parar de carregar o que não é seu, eu te convido para um movimento sistêmico.